Durante a semana de acolhimento aos novos estudantes, o IF Baiano – Campus Santa Inês promoveu, de segunda-feira (3) até esta sexta-feira (6), a oficina “Capacitismo: compreender para combater”, conduzida pela professora de Atendimento Educacional Especializado (AEE), Emanuelle Almeida. A atividade foi realizada em todas as turmas da primeira série dos cursos técnicos integrados e integrou a programação de recepção aos estudantes que iniciam sua trajetória na instituição em 2026.
A iniciativa contemplou cerca de 200 estudantes ingressantes dos cursos técnicos integrados em Agropecuária, Zootecnia, Alimentos e Informática, com o objetivo de promover reflexões sobre respeito, diversidade e convivência ética no ambiente escolar.



O ingresso no IF Baiano representa o início de uma etapa importante na formação acadêmica e cidadã dos estudantes. Nesse contexto, a oficina buscou sensibilizar os participantes sobre as barreiras e preconceitos enfrentados por pessoas com deficiência, contribuindo para a construção de uma comunidade escolar mais consciente, acolhedora e inclusiva.
Ao abordar o tema logo no início da trajetória estudantil, a atividade reforça valores fundamentais da educação pública, como equidade, respeito às diferenças e garantia de direitos. Dessa forma, a ação reafirma o compromisso do IF Baiano com uma formação que vai além do conhecimento técnico, promovendo também responsabilidade social e cultura inclusiva.
De acordo com a professora Emanuelle Almeida, a experiência de dialogar com os estudantes ingressantes foi especialmente significativa.
“Promover oficinas sobre capacitismo em todas as turmas de estudantes ingressantes foi uma experiência bastante significativa na minha atuação como professora do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Cada encontro representou uma oportunidade de diálogo, escuta e construção coletiva de conhecimento sobre inclusão, respeito às diferenças e convivência ética no espaço escolar”, destacou.



Durante as atividades, muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com o conceito de capacitismo e puderam refletir sobre atitudes e expressões que, muitas vezes naturalizadas no cotidiano, podem gerar exclusão ou invisibilização de pessoas com deficiência.
“Muitos estudantes chegam sem conhecer o conceito de capacitismo e, ao longo das atividades, passam a reconhecer atitudes e falas naturalizadas no cotidiano que podem gerar exclusão ou invisibilização das pessoas com deficiência. Esse processo de conscientização é um passo importante para a construção de uma comunidade escolar mais sensível, empática e comprometida com a equidade”, explicou a docente.
Segundo Emanuelle, levar essa discussão às salas de aula desde o início da vida acadêmica também fortalece a cultura da inclusão na instituição.
“Mais do que transmitir informações, as oficinas possibilitaram provocar reflexões e incentivar atitudes que valorizem a diversidade humana. Ver os estudantes se posicionando, participando e compreendendo seu papel nesse processo reafirma a importância dessas ações na construção de uma escola verdadeiramente inclusiva”, concluiu.
A atividade integrou a programação de acolhimento do campus e reforça o compromisso institucional com a promoção de uma educação pública inclusiva, que valoriza a diversidade e o respeito às diferenças.






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