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MEC divulga novo episódio da série Indicações Geográficas nos IFs feita em parceria com o IF Baiano
Atualizado em 23 de abril de 2026 às 9:07 horas | Publicado em 23 de abril de 2026 às 9:07 horas

Ao retratar a experiência da Maçã Fuji de São Joaquim (SC), filme mostra como os institutos federais têm contribuído para a valorização de produtos tradicionais e para o desenvolvimento das regiões onde atuam

Foto: Glauco Neves

Ministério da Educação (MEC) disponibilizou, nesta quarta-feira, 22 de abril, o episódio 2 da série Indicações Geográficas nos Institutos Federais, com o tema Maçã Fuji de São Joaquim (SC). O filme, disponível no canal do MEC no YouTube, destaca o trabalho do Campus Urupema, do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), no fortalecimento da Denominação de Origem (DO) da maçã cultivada na serra catarinense. A produção da série audiovisual está sendo realizada em parceria com o Instituto Federal Baiano (IF Baiano).  

A DO é uma modalidade de Indicação Geográfica (IG) que reconhece produtos cujas qualidades ou características estão diretamente vinculadas à sua origem geográfica, incluindo fatores naturais e humanos. 

O material audiovisual aborda as condições que diferenciam a Maçã Fuji produzida na Serra Catarinense. Em áreas acima de 1,1 mil metros de altitude, com mais de 700 horas de frio abaixo de 7,2°C durante o inverno e grande amplitude térmica no período de maturação, a fruta desenvolve características próprias de coloração, açúcar, crocância e acidez. Associadas ao saber-fazer construído ao longo de décadas pelos produtores da região, essas condições sustentam o reconhecimento da DO. 

Institutos Federais – O episódio também destaca a atuação do Campus Urupema no apoio a esse processo, com contribuição para ações voltadas à produção, à qualidade da fruta e à valorização do produto no território. A produção mostra ainda como ciência, pesquisa e trabalho institucional se somam à experiência dos produtores no fortalecimento dessa cadeia produtiva. 

Ao retratar a experiência da Maçã Fuji de São Joaquim, a série mostra como os institutos federais têm contribuído para a valorização de produtos tradicionais e para o desenvolvimento das regiões onde atuam. No caso da maçã, a Indicação Geográfica ajuda a reconhecer a origem do produto, valorizar o trabalho dos produtores e ampliar as oportunidades para a economia local. 

Programa de Apoio e Promoção da Indicação Geográfica é uma iniciativa do MEC de fomento ao desenvolvimento de Indicações Geográficas na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, da qual os institutos federais fazem parte. 

Série – A série é composta por cinco episódios que retratam como projetos desenvolvidos pelos institutos federais têm ajudado a transformar territórios, fortalecer identidades locais e gerar desenvolvimento socioeconômico em diversas regiões do país. O primeiro episódio destacou o trabalho do Campus Hidrolândia, do Instituto Federal Goiano (IF Goiano), na estruturação da Indicação Geográfica do Polvilho do Cará, em Bela Vista de Goiás. A primeira temporada da série também retratará os vinhos do Vale do São Francisco (PE), cafés especiais do Alto Noroeste Fluminense (RJ) e as louças do Maruanum (AP). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)  


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