No último sábado (11), o projeto Ciência na Feira realizou uma exposição na feira livre do município de Jiquiriçá (BA), com o objetivo de aproximar o conhecimento científico da comunidade de forma acessível, interativa e educativa. A atividade ocorreu a partir das 8h e reuniu visitantes de diferentes faixas etárias, consolidando-se como um espaço de troca de saberes entre instituição e sociedade.



A programação contou com diversos estandes temáticos, nos quais foram desenvolvidas atividades práticas e demonstrativas. No espaço de microscopia, o público pôde observar estruturas como células da cebola e da flor do arroz, despertando o interesse pela biologia celular. Também foram apresentadas experiências relacionadas à extração de DNA em frutas, além de demonstrações sobre tipos sanguíneos e suas características. Outro destaque foi a atividade que evidenciou os efeitos de agrotóxicos nos alimentos, utilizando a acelga como material ilustrativo.
O estande de abelhas também atraiu a atenção dos visitantes, ao apresentar espécies com e sem ferrão. As abelhas com ferrão foram exibidas em caixa de vidro, permitindo a observação segura das castas — operárias, rainha e zangões — e proporcionando aprendizado sobre a organização social desses insetos.
Além das atividades científicas, o evento incluiu ações lúdicas, como jogos educativos voltados à preservação ambiental. A seção infantil ofereceu atividades com massinha de modelar e leitura de livros com histórias inspiradoras, promovendo o aprendizado de forma leve e inclusiva. O estande de química complementou a programação com experimentos simples e de fácil compreensão.






A ação contou com a participação de estudantes dos cursos de Zootecnia e Biologia, além de discentes do ensino médio e professores, que atuaram como monitores e facilitadores das atividades. A iniciativa beneficiou tanto os estudantes envolvidos, ao proporcionar vivências de extensão, quanto a comunidade feirante, ao ampliar o acesso ao conhecimento científico.
Para a estudante do curso de Bacharelado em Zootecnia e monitora do projeto, Vitória Brito, a experiência foi marcada pela intensa interação com o público e pela valorização dos saberes populares. Segundo ela, a proposta da ação vai além da disseminação do conhecimento científico. A iniciativa busca promover uma construção coletiva do saber, na qual estudantes e comunidade aprendem mutuamente, fortalecendo o diálogo entre ciência e cotidiano.


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